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FORADIL®
fumarato de formoterol diidratado

Forma farmacêutica e apresentações
Cápsula contendo fumarato de formoterol diidratado micronizado para inalação. Embalagens com 30
ou 60 cápsulas acompanhadas ou não de 1 inalador.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (CRIANÇAS ACIMA DE 5 ANOS DE IDADE)

Composição

Cada cápsula com pó para inalação contém 12 microgramas de fumarato de formoterol diidratado.
Excipiente: lactose.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Ação esperada do medicamento: FORADIL é utilizado no tratamento de problemas respiratórios em
asma e outras doenças que envolvam as vias aéreas, através da sua ação broncodilatadora.

Cuidados de armazenamento: FORADIL pode ser conservado por um período de até 12 meses em
geladeira (2-8°C) seguido por um período de 12 meses em temperatura ambiente (entre 15°C e
30°C) mantendo seus padrões de qualidade.
O medicamento é conservado sob refrigeração (entre 2 e 8°C) do momento da fabricação até a saída
do medicamento do depósito da Novartis Biociências S.A. Após a saída do medicamento deste
depósito, o medicamento é conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C) por no máximo
12 meses. A data de utilização, que será de 12 meses a partir da data da saída do medicamento do
depósito da Novartis, será impressa no cartucho, garantindo o período correto de uso.
Portanto, você deve conservar o medicamento em temperatura ambiente e utilizar até a data de
utilização impressa no cartucho no campo “Utilizar o medicamento até”, mesmo que a data de
validade seja superior.

Prazo de validade: O prazo de validade está impresso no cartucho bem como a data de utilização, no
campo “Utilizar o medicamento até”. Não usar o produto após a data de utilização, mesmo que a data
de validade seja superior.

Gravidez e lactação: Informe ao seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento
ou após o seu término. FORADIL não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seu médico o
indique. Ele informará sobre o potencial risco de se administrar este medicamento durante a gravidez.
Informe seu médico se está amamentando. Mães que estejam fazendo uso de FORADIL não devem
amamentar.

Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as
doses e a duração do tratamento. Antes de inalar o medicamento, leia atentamente estas instruções,
pois elas contêm informações importantes sobre o produto. Em caso de dúvida, peça orientação ao seu
médico. Se você esquecer de administrar uma dose, faça-o assim que você se lembrar. Caso esteja
perto do horário da próxima dose, não administre uma dose dobrada de FORADIL para compensar
aquela que você se esqueceu; volte para seu esquema de tratamento habitual. Se você tiver
acidentalmente usado uma dose maior de FORADIL que a prescrita por seu médico, você pode se
sentir enjoado ou vomitar, ou ter tremores, dor de cabeça, aceleração do batimento cardíaco ou
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sonolência. Avise imediatamente seu médico ou vá para um pronto-socorro. Você deve precisar de
atenção médica. Leve a embalagem do medicamento com você.

Como usar as cápsulas com o inalador

Atenção: Não engolir as cápsulas. Usar exclusivamente para inalação.

Siga as instruções para aprender a utilizar as cápsulas de FORADIL com o inalador.

FORADIL é utilizado no tratamento de doenças respiratórias; portanto, sua administração incorreta
não produzirá o efeito desejado.

Remova as cápsulas do blíster apenas imediatamente antes de seu uso. Certifique-se que seus dedos
estejam completamente secos para não molhar a cápsula.

O inalador é composto pelas seguintes partes:




3 – Assegure que seus dedos estejam
1. uma capa azul para proteger o bocal da
completamente secos. Retire uma cápsula do
base;
blíster apenas imediatamente antes do seu uso e
2. a base que permite uma liberação
coloque-a no fundo do compartimento da
adequada do medicamento da cápsula;
cápsula.


Base
Atenção: Não coloque a cápsula no bocal!
3. o bocal;

4. o compartimento para a cápsula;
5. os botões azuis com “asas” laterais
projetadas e pinos em cada lado;
6. um canal de passagem do ar.


Para usar o inalador, proceda do seguinte modo:



1 - Retire a tampa do inalador.
4 - Feche o compartimento da cápsula, voltando

o bocal até que você escute um “click”.


2 – Abra o compartimento da cápsula, segurando

firmemente a base do inalador e girando o bocal

na direção indicada pela seta.
5 – Para liberar o pó da cápsula:

• Segure o inalador na posição vertical
com o bocal para cima;
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• Pressione firme e simultaneamente os
Obs: Você deve ouvir um som de vibração,
botões azuis, para romper a cápsula. Em
como se a cápsula girasse no espaço superior ao
seguida, solte os botões. Faça isso apenas
compartimento da cápsula. Se não ouvir esse
uma vez.
ruído, abra o compartimento da cápsula e
Obs: Neste passo, a cápsula pode partir-se em
verifique se a cápsula está desprendida. Caso a
pequenos fragmentos de gelatina que podem
cápsula esteja presa, abra o inalador, vire-o de
atingir sua boca ou a garganta, no entanto, a
cabeça para baixo e bata levemente no seu
gelatina é comestível e, portanto, não é
fundo. Em seguida, repita o passo 7.
prejudicial. Se os botões azuis travarem, puxe-os
NÃO TENTE DESPRENDER A CÁPSULA apertando
de volta a sua posição inicial com ajuda das
repetidamente os botões.
“asas” laterais.






8 – Após inspirar através do inalador, segure sua

respiração pelo maior tempo que você

confortavelmente conseguir; enquanto isso retire

o inalador da boca. Em seguida, expire pelo

nariz. Abra o compartimento da cápsula e

verifique se ainda há resíduo de pó na cápsula.
6 - Expire o máximo possível.
Se ainda restar pó na cápsula, repita os passos de

6 a 8.

9 - Após o uso de todo o pó, abra o
compartimento da cápsula (veja passo 2).
Remova a cápsula vazia e utilize um pano seco

ou uma escova macia para remover qualquer pó
7- Para inalar seu medicamento profundamente
que por ventura restou.
para suas vias aéreas:

• Coloque o bocal do inalador na boca e
Obs: não utilize água para limpar o inalador.
incline levemente sua cabeça para trás;

• Feche firmemente os lábios ao redor
dele;
• Inspire, pela boca, de maneira rápida,
porém calmamente, e o mais
profundamente possível.

10. Feche o bocal e recoloque a tampa.

Seguindo estes cuidados de conservação e posologia, a vida útil estimada de seu inalador é de 3 meses.

Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas: Como outros medicamentos, FORADIL pode causar alguns efeitos adversos. Em
alguns estudos clínicos com FORADIL, graves crises de asma foram observadas (aumento grave na
falta de ar, tosse, chiado ou aperto no peito, que podem resultar em hospitalização).
Alguns desses efeitos podem ser graves. Informe imediatamente seu médico caso você tenha
broncoespasmo com chiado ou tosse e dificuldade de respirar (efeito grave incomum, provavelmente
afeta menos de 1 em cada 100 pacientes), tenha reações alérgicas, como, por exemplo, sensação de
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estar debilitado (ter pressão baixa), desenvolva rash, coceira ou inchaço facial, sinta sintomas de
fraqueza muscular, espasmo muscular ou ritmo cardíaco anormal (isto pode significar que você tem
um baixo nível de potássio no sangue) ou tenha batimento cardíaco irregular. Estes efeitos graves são
muito raros (provavelmente afeta menos de 1 em cada 10.000 pacientes).
Outros efeitos: Comuns (provavelmente afetam de 1 a 10 em cada 100 pacientes): dor de cabeça,
tremor, palpitações. Incomuns (provavelmente afetam menos de 1 em cada 100 pacientes): agitação,
ansiedade, nervosismo, dificuldade para dormir, tontura, aceleração do batimento do coração, irritação
da garganta, cãibras e dores musculares. Muito raros (provavelmente afetam menos de 1 em cada
10.000 pacientes): náusea, alteração do paladar, inchaço das mãos, tornozelos ou pés, sede excessiva,
eliminação da urina frequente e cansaço por um longo período (uma possível indicação de alta
concentração de açúcar no sangue). Informe imediatamente seu médico, caso qualquer um destes
efeitos lhe afete gravemente. Alguns desses efeitos desaparecem no decorrer do tratamento. Informe ao
seu médico sobre o aparecimento de reações desagrádaveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento
que esteja usando antes do início ou durante o tratamento. Pode ser necessário alterar a dose ou até
mesmo interromper o uso de algum desses medicamentos. Isto se aplica tanto a medicamentos de
venda sob prescrição médica quanto aos de uso sem prescrição. Isto é particularmente importante caso
você esteja fazendo uso de algum dos seguintes medicamentos:
- Inibidores da monoaminoxidase (iMAO) ou antidepressivos tricíclicos, os quais são medicamentos
usados no tratamento da depressão e distúrbios de humor;
- Agentes simpatomiméticos, os quais são medicamentos como a adrenalina, usados no tratamento
da asma e da congestão nasal;
- Antihistamínicos, medicamentos usados na prevenção ou no tratamento dos sintomas da resposta
alérgica;
- Esteróides, medicamentos usados no tratamento da asma e outras doenças inflamatórias;
- Diuréticos, medicamentos usados no tratamento de edema (retenção de líquido), insuficiência
cardíaca e pressão alta;
- Beta-bloqueadores, medicamentos usados para o tratamento de pressão alta, insuficiência cardíaca,
angina, ansiedade, ritmo cardíaco anormal. Certos colírios usados para o tratamento de glaucoma
podem conter beta-bloqueadores;
- quinidina, disopiramida e procainamida , medicamentos utilizados no tratamento do ritmo cardíaco
anormal;
- Derivados de fenotiazinas, os quais são um grupo de medicamentos que controlam desordens
mentais como esquizofrenia, mania, condições psicóticas e ansiedade;
- Digitálicos, medicamentos utilizados no tratamento de insuficiência cardíaca e ritmo cardíaco
anormal;
- Derivados de xantina, uma classe de medicamentos utilizados no tratamento da asma e doenças
obstrutivas crônicas das vias aéreas.

O seu médico pode lhe receitar outros medicamentos de uso regular pela condição de seu pulmão. Se
isso ocorrer, não pare o tratamento e tampouco reduza a dose, mesmo que você se sinta melhor.

Contra-indicações e precauções: FORADIL é contra-indicado a pacientes com alergia conhecida
(hipersensibilidade) ao formoterol ou a qualquer outro componente da formulação. As cápsulas de pó
para inalação de FORADIL são adequadas para crianças acima de cinco anos de idade, desde que estas
possam usar o inalador corretamente, contando com a ajuda de um adulto (ver “Como usar as cápsulas
com o inalador”). Pacientes idosos com 65 anos de idade ou mais podem usar FORADIL na mesma
dose de outros adultos. Informe ao seu médico se você sofre de alguma doença do coração,
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hipertireoidismo, se você tem algum distúrbio do coração, como um sinal elétrico anormal chamado
“prolongamento do intervalo QT” ou se você é diabético. Informe imediatamente seu médico caso
você tenha a impressão que o efeito de FORADIL esteja muito forte ou muito fraco, ou caso sua
condição de respiração piore durante a administração de FORADIL.
FORADIL pertence à classe dos medicamentos chamados beta2-agonistas de longa duração (LABAs).
Um grande estudo realizado com um LABA diferente (salmeterol) demonstrou um aumento no risco
de morte por asma. Não foi realizado um estudo para saber se este efeito também se aplica ao
FORADIL. Fale com seu médico sobre esse risco e os benefícios do tratamento da asma com
FORADIL.
Se tiver asma, você sempre deverá utilizar FORADIL com outro medicamento para asma contra
inflamação (por ex.: corticóides inalatórios).
Quando fizer uso de FORADIL, não utilize outra medicação que contenha beta2-agonista de longa
duração, como o salmeterol.
No tratamento da asma, o FORADIL só deve ser usado como terapia adicional para pacientes sem
controle adequado com outro medicamento de controle da asma (por exemplo, doses baixas ou
intermediárias de corticóides inalatórios) ou pacientes cuja gravidade da doença indique o tratamento
com dois medicamentos, incluindo FORADIL.
Em alguns estudos clínicos com FORADIL, graves crises de asma foram observadas.
O início ou aumento da dose da medicação não deverão ser utilizados para o tratamento de uma
exacerbação de asma, estando somente indicados como doses adicionais à terapia de manutenção.
Se você tiver asma, não use FORADIL para o alívio de chiado repentino. Sempre tenha um
medicamento beta2-agonista de curta duração (um inalador de resgate como o salbutamol) para tratar
os sintomas repentinos da asma.
A terapia com FORADIL pode levar a um nível baixo de potássio no sangue. Isso pode fazer com que
você seja mais susceptível à arritmia cardíaca. Portanto, seu médico deve monitorar seu nível
sangüíneo de potássio, especialmente se você tiver asma grave.
Em alguns pacientes, FORADIL pode causar tontura, caso isto ocorra, você não deve dirigir, utilizar
máquinas ou realizar qualquer atividade que requeira atenção.
FORADIL contém lactose. Se você tiver intolerância grave a lactose, avise seu médico antes de usar
FORADIL.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER
PERIGOSO PARA A SAÚDE.


INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Farmacodinâmica

Grupo farmacoterapêutico: agonista seletivo beta2-adrenérgico, código ATC: R03AC13.
O formoterol é um potente estimulante seletivo beta2-adrenérgico. Exerce efeito broncodilatador em
pacientes com obstrução reversível das vias aéreas. O efeito inicia-se rapidamente (em 1 a 3 minutos),
permanecendo ainda significativo 12 horas após a inalação. Com as doses terapêuticas, os efeitos
cardiovasculares são pequenos e ocorrem apenas ocasionalmente.
O formoterol inibe a liberação de histamina e dos leucotrienos do pulmão humano sensibilizado
passivamente. Algumas propriedades antiinflamatórias, tais como inibição de edema e do acúmulo de
células inflamatórias, têm sido observadas em experimentos com animais.
Estudos in vitro em traquéia de cobaia indicaram que o formoterol racêmico e seus enantiômeros (R,
R)- e (S, S)- são adrenoreceptores beta2-agonistas altamente seletivos. O enantiômero (S, S)- foi 800 a
1.000 vezes menos potente que o enantiômero (R, R)- e não afetou a atividade deste no músculo liso
da traquéia. Nenhuma base farmacológica para o uso de um dos dois enantiômeros em preferência à
mistura racêmica foi demonstrada.
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No homem, tem-se demonstrado que FORADIL é eficaz na prevenção do broncoespasmo induzido por
alérgenos inalados, exercícios, ar frio, histamina ou metacolina.
O formoterol administrado pelo inalador em doses de 12 microgramas e 24 microgramas duas vezes ao
dia mostrou fornecer um rápido início da broncodilatação em pacientes com doença pulmonar
obstrutiva crônica (DPOC) estável, a qual foi mantida por no mínimo 12 horas e foi acompanhada por
uma melhora subjetiva em termos de qualidade de vida, usando-se o “Saint George’s Respiratory
Questionnaire”.



Farmacocinética
FORADIL tem uma dose terapêutica na faixa de 12 a 24 microgramas, duas vezes ao dia. Dados de
farmacocinética plasmática do formoterol foram coletados em voluntários sadios após inalação de
doses mais altas que as recomendadas e em pacientes com DPOC após inalação de doses terapêuticas.
A excreção urinária de formoterol inalterado, utilizada como indicador indireto da exposição
sistêmica, corresponde com os dados de disposição do fármaco no plasma. As meias-vidas de
eliminação calculadas para urina e plasma são similares.
Absorção
Após inalação de uma dose única de 120 microgramas de fumarato de formoterol diidratado por
voluntários sadios, formoterol foi rapidamente absorvido para o plasma, atingindo a concentração
máxima de 266 pmol/L em 5 min após a inalação. Em pacientes com DPOC tratados por 12 semanas
com 12 ou 24 microgramas de fumarato de formoterol diidratado, duas vezes ao dia, a média da
concentração plasmática de formoterol extendeu-se entre 11,5 e 25,7 pmol/L e 23,3 e 50,3 pmol/L,
respectivamente, 10 min, 2 horas e 6 horas após a inalação.
Estudos investigativos da excreção urinária cumulativa de formoterol e/ou seus enantiômeros (R, R)- e
(S, S)- mostrou que a quantidade de formoterol disponível na circulação aumenta em proporção a dose
inalada (12 a 96 microgramas).
Após inalação de 12 ou 24 microgramas de fumarato de formoterol diidratado, duas vezes ao dia
durante 12 semanas, a excreção urinária de formoterol inalterado aumentou entre 63 e 73% (última vs.
primeira dose), em pacientes com asma, e entre 19 e 38% em pacientes com DPOC. Isto sugere um
acúmulo limitado de formoterol no plasma com doses múltiplas. Não houve acúmulo relativo de um
enantiômero em relação ao outro após doses repetidas.
Como relatado para outros fármacos inalados, é provável que a maioria do formoterol administrado
pelo inalador seja ingerido e, em seguida, absorvido pelo trato gastrintestinal. Quando 80 microgramas
de fumarato de formoterol diidratado 3H-marcado foi administrado oralmente a 2 voluntários sadios,
pelo menos 65% do fármaco foi absorvido.
Distribuição
A ligação do formoterol às proteínas plasmáticas foi de 61 a 64%, e a ligação à albumina humana
sérica foi 34%.
Não há saturação dos sítios de ligação na faixa de concentração atingida com doses terapêuticas.
Biotransformação
O formoterol é eliminado principalmente pelo metabolismo, sendo a glicuronidação direta a principal
via de biotransformação. A o-demetilação seguida de glicuronidação é outra via. Outras vias de menor
importância, envolvem sulfato conjugação do formoterol e deformilação seguida de sulfato
conjugação. Isoenzimas múltiplas catalisam a glicuronidação (UGT1A1, 1A3, 1A6, 1A7, 1A8, 1A9,
1A10, 2B7 e 2B15) e o-demetilação (CYP2D6, 2C19, 2C9 e 2A6) do formoterol, sugerindo um baixo
potencial para interações fármaco-fármaco, apesar da inibição de uma isoenzima específica envolvida
no metabolismo do formoterol. O formoterol não inibe isoenzimas do citocromo P450 em
concentrações terapeuticamente relevantes.
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Eliminação
Em pacientes asmáticos e com DPOC tratados por 12 semanas com 12 ou 24 microgramas de fumarato
de formoterol diidratado, duas vezes por dia, aproximadamente 10% e 7% da dose de formoterol
inalterado é recuperado na urina, respectivamente. Os enantiômeros (R, R)- e (S, S)- contabilizaram,
respectivamente, 40% e 60% da recuperação urinária de formoterol, após doses únicas (12 a 120
microgramas) em voluntários sadios e após doses únicas e repetidas em pacientes com asma.
O fármaco e seus metabólitos foram completamente eliminados do organismo sendo aproximadamente
dois terços de uma dose oral excretada na urina e um terço nas fezes. O clearance (depuração) renal do
formoterol foi de 150 mL/min.
Em voluntários sadios, a meia-vida de eliminação terminal do formoterol no plasma, após inalação de
uma dose única de 120 microgramas de fumarato de formoterol diidratado, foi 10 horas e as meias-
vidas de eliminação dos enantiômeros (R, R)- e (S, S)-, sendo derivados das taxas de excreção
urinária, foram 13,9 e 12,3 horas, respectivamente.
Populações especiais
Sexo: após correção do peso corpóreo, a farmacocinética de formoterol não diferiu significativamente
entre homens e mulheres.
Idosos: a farmacocinética de formoterol não foi estudada em idosos.
Crianças: em um estudo em crianças entre 5 e 12 anos de idade com asma, nas quais se administrou 12
ou 24 microgramas de fumarato de formoterol diidratado, duas vezes ao dia por inalação, durante 12
semanas, a excreção urinária de formoterol inalterado aumentou entre 18 e 84%, quando comparado a
quantidades medidas após a primeira dose. Acúmulo em crianças não excedeu ao dos adultos, onde o
aumento foi entre 63 e 73% (veja acima). Nas crianças estudadas, aproximadamente 6% da dose foi
recuperada como formoterol inalterado na urina.
Insuficiência hepática/renal: a farmacocinética de formoterol não foi estudada em pacientes com
doença hepática ou renal.

Dados de segurança pré-clínicos

Mutagenicidade
Foram conduzidos testes de mutagenicidade cobrindo uma ampla faixa de parâmetros. Não foi
encontrado efeito genotóxico em qualquer dos testes efetuados in vitro ou in vivo.
Carcinogenicidade
Estudos de dois anos em ratos e camundongos não indicaram qualquer potencial carcinogênico.
Camundongos machos tratados com níveis de dosagem bastante altos demonstraram uma incidência
ligeiramente maior de tumor benigno de célula subcapsular adrenal. Entretanto, o mesmo não foi
observado em um segundo estudo de alimentação para camundongos, no qual alterações patológicas
com altas doses consistiram em um aumento da incidência de ambos os tumores benignos de músculo
liso no trato genital das fêmeas e tumores de fígado em ambos os sexos. Tumores de músculo liso são
efeitos conhecidos de beta-agonistas quando administrados em altas doses em roedores.
Dois estudos em ratos, com diferentes faixas de dosagem, demonstraram um aumento de leiomiomas
mesovarianos. Esses neoplasmas benignos são tipicamente associados, em tratamentos prolongados de
ratos, com altas dosagens de fármacos beta2-adrenérgicos. Um aumento na incidência de cistos
ovarianos e células tumorais benignas da teca e da granulosa foi também observado; são conhecidos os
efeitos dos beta-agonistas em ovário de ratas, sendo os mesmos específicos de roedores. Alguns outros
tipos de tumores observados no primeiro estudo com altas dosagens estavam de acordo com a
incidência do controle histórico da população e não foram observados no ensaio de doses menores.
Nenhuma das incidências de tumores aumentou a uma extensão estatisticamente significativa na dose
mais baixa do segundo estudo com ratos, dose esta que levou a uma exposição sistêmica 10 vezes
maior do que a esperada com a dosagem máxima recomendada de formoterol em humanos.
Baseando-se nas conclusões dos estudos e na ausência de potencial mutagênico, conclui-se que o uso
de formoterol em doses terapêuticas não apresenta risco carcinogênico.
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Toxicidade sobre a reprodução
Testes em animais não demonstraram potencial teratogênico. Após administração oral, o formoterol foi
excretado no leite de ratas lactantes.



Indicações

• Profilaxia e tratamento de broncoconstrição em pacientes com asma como terapia adicional
aos glicocorticóides inalatórios (vide “Precauções e advertências”).
• Profilaxia de broncoespasmo induzido por alérgenos inalados, ar frio ou exercício.
• Profilaxia e tratamento de broncoconstrição em pacientes com doença pulmonar obstrutiva
crônica reversível ou irreversível, incluindo bronquite crônica e enfisema. FORADIL mostrou
aumentar a qualidade de vida nos pacientes com DPOC.

Contra-indicações
FORADIL é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade ao formoterol ou a qualquer outro
componente da formulação.
Este medicamento não é recomendado a crianças com menos de cinco anos de idade.

Precauções e advertências
O formoterol, substância ativa do FORADIL, pertence à classe dos beta2-agonistas adrenérgicos
de longa duração. Em um estudo com salmeterol, outro beta2- agonista de longa duração, uma
maior taxa de mortes devido à asma foi observada em pacientes com salmeterol (13/1376) quando
comparado com o grupo placebo (3/1379). Não foram realizados estudos específicos para
determinar se a taxa de mortes relacionadas à asma seja aumentada com o formoterol.
- Dose recomendada
A dose recomendada de formoterol deve ser adequada de acordo com as necessidades individuais
de cada paciente e deve ser a menor possível, para atingir o objetivo terapêutico. Não se deve
aumentar a dose mais que a máxima recomendada (vide “Posologia e método de administração”).
- Terapia antiinflamatória
FORADIL não deve ser utilizado concomitantemente com outro beta2-agonista de longa duração.

No tratamento de pacientes com asma, deve-se utilizar formoterol somente como terapia adicional
para os pacientes não controlados adequadamente com outro medicamento de controle da asma
(por ex. doses baixas ou intermediárias de corticóides inalatórios) ou em que a gravidade da
doença justifique o início de tratamento com duas terapias de manutenção, incluindo formoterol.
Em pacientes que não estejam recebendo terapia antiinflamatória, esta deve ser iniciada ao mesmo
tempo que formoterol. Quando FORADIL for prescrito, o paciente deve ser avaliado para
adequação da terapia antiinflamatória a receber. Os pacientes devem ser alertados a manter
inalterada a terapia antiinflamatória após a introdução de FORADIL, mesmo quando os sintomas
melhorarem.
Uma vez controlados os sintomas da asma, considerações podem ser feitas para a redução gradual
da dose de FORADIL. O monitoramento regular dos pacientes enquanto o tratamento é reduzido é
importante. A menor dose efetiva de FORADIL deve ser usada.
- Exacerbações da asma
Estudos clínicos com formoterol sugeriram uma maior incidência de exacerbações graves de asma
em pacientes que receberam formoterol quando comparado com aqueles que receberam placebo
(vide “Reações adversas”). Esses estudos não permitem uma quantificação precisa das diferenças
das taxas de exacerbações graves de asma entre os grupos de tratamento.

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O médico deve reavaliar a terapia da asma caso os sintomas persistirem ou o número de doses de
FORADIL necessárias para o controle dos sintomas aumentar, pois geralmente indicam que a
condição subjacente está deteriorada.
O início ou aumento da dose da medicação não deverão ser utilizados para o tratamento de uma
exacerbação de asma, estando somente indicados como doses adicionais à terapia de manutenção.
O formoterol não deve ser utilizado para o alívio dos sintomas agudos da asma. No caso de um
ataque agudo, um beta2-agonista de curta duração deve ser utilizado. Os pacientes devem ser

informados que é necessário procurar tratamento médico imediatamente, caso sua asma
inesperadamente piorar.
- Condições concomitantes
Cuidado especial e supervisão, com ênfase particular nos limites de dosagem, são necessários em
pacientes tratados com FORADIL, quando coexistirem as seguintes condições: doença cardíaca
isquêmica, arritmias cardíacas (especialmente bloqueio atrioventricular de terceiro grau),
descompensação cardíaca grave, estenose subvalvular aórtica idiopática, cardiomiopatia obstrutiva
hipertrófica, tireotoxicose, prolongamento suspeito ou conhecido do intervalo QT (QTc > 0,44 seg;
vide “Interações medicamentosas”).
Devido ao efeito hiperglicêmico dos beta2-estimulantes, incluindo FORADIL, recomenda-se

monitoramento adicional de glicose sangüínea em pacientes diabéticos.
- Hipopotassemia
Hipopotassemia potencialmente grave pode resultar da terapia com beta2-agonistas, incluindo

FORADIL. A hipopotassemia pode aumentar a susceptibilidade a arritmias cardíacas. Recomenda-se
cuidado especial em asma grave, já que esse efeito pode ser potencializado por hipóxia e tratamento
concomitante (vide “Interações medicamentosas”). Recomenda-se que os níveis de potássio sérico
sejam monitorizados em tais situações.
- Broncoespasmo paradoxal
Assim como em outras terapias por inalação, o potencial para broncoespasmo paradoxal deve ser
considerado. Se isso ocorrer, o medicamento deve ser imediatamente descontinuado e substituído por
terapia alternativa.


Gravidez e lactação
A segurança de FORADIL durante a gravidez e a lactação ainda não foi estabelecida. Seu uso
durante a gravidez deve ser evitado, a não ser que não exista alternativa mais segura. Como outros
estimulantes beta2-adrenérgicos, o formoterol pode inibir o trabalho de parto, por seu efeito relaxante

na musculatura lisa uterina.
Não se sabe se o formoterol passa para o leite materno. O fármaco foi detectado no leite de ratas
lactantes. As mães em tratamento com FORADIL não devem amamentar.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas
Pacientes que tiverem tontura ou efeitos adversos similares devem ser aconselhados a evitar dirigir ou
utilizar máquinas.


Interações medicamentosas
FORADIL, como outros beta2-agonistas, deve ser administrado com cautela em pacientes tratados com
fármacos como quinidina, disopiramida, procainamida, fenotiazínicos, anti-histamínicos, inibidores de
monoaminoxidases e antidepressivos tricíclicos ou qualquer outro fármaco que prolongue o intervalo
QTc, pois a ação dos agonistas adrenérgicos no sistema cardiovascular pode ser potencializada por
estes agentes. Os fármacos que são conhecidos por prolongar o intervalo QTc tem um risco aumentado
de arritmia ventricular (vide “Precauções e advertências”).
A administração concomitante de outros agentes simpatomiméticos pode potencializar os efeitos não
desejados de FORADIL.
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O tratamento concomitante com derivados xantínicos, esteróides ou diuréticos pode potencializar o
possível efeito hipopotassêmico dos beta2-agonistas. A hipopotassemia pode aumentar a
susceptibilidade a arritmias cardíacas em pacientes tratados com digitálicos (vide “Precauções e
advertências”).
Os bloqueadores beta-adrenérgicos podem diminuir ou antagonizar o efeito de FORADIL. Portanto,
FORADIL não deve ser administrado juntamente com bloqueadores beta-adrenérgicos (inclusive
colírios), a não ser que existam razões que obriguem seu uso.

Reações adversas
Exacerbações graves de asma
Estudos clínicos controlados com placebo, com pelo menos 4 semanas de tratamento com
FORADIL, sugerem uma maior incidência de exacerbações graves de asma em pacientes que
receberam FORADIL (0,9% para 10 a 12 microgramas, duas vezes ao dia; 1,9% para 24
microgramas, duas vezes ao dia) quando comparados com aqueles que receberam placebo (0,3%).
- Experiência em pacientes adolescentes e adultos com asma
Em dois estudos pivotais controlados de 12 semanas conduzidos para o registro nos EUA com
1.095 pacientes com 12 anos e mais velhos, as exacerbações graves de asma (piora aguda da asma
resultando em hospitalização) ocorreram mais comumente com FORADIL 24 microgramas, duas
vezes ao dia (9/271; 3,3%) quando comparado com formoterol 12 microgramas, duas vezes ao dia
(1/275; 0,4%), placebo (2/277; 0,7%) ou albuterol (2/272; 0,7%).
Um estudo clínico subseqüente com 2.085 pacientes foi realizado para comparar os eventos
adversos graves relacionados à asma em grupos com doses mais altas e mais baixas de formoterol.
Os resultados deste estudo de 16 semanas não demonstraram uma aparente relação de dose para o
FORADIL. A porcentagem de pacientes com exacerbações graves de asma nesse estudo foi um
pouco maior com FORADIL que com placebo. Para os três grupos de tratamento duplo-cego:
FORADIL 24 microgramas, duas vezes ao dia (2/527; 0,4%); FORADIL 12 microgramas , duas
vezes ao dia (3/527; 0,6%) e placebo (1/514; 0,2%), e para o grupo de tratamento aberto:
FORADIL 12 microgramas, duas vezes ao dia, com até duas doses adicionais por dia (1/517;
0,2%).
- Experiência em crianças acima de 5 anos
A segurança de formoterol 12 microgramas, duas vezes ao dia comparado à do FORADIL 24
microgramas, duas vezes ao dia e placebo foi investigada em um grande estudo clínico
multicêntrico, randomizado, duplo-cego de 52 semanas, com 518 crianças com asma (de 5 a 12
anos de idade) que necessitavam de tratamento diário com broncodilatador e antiinflamatório. Um
maior número de crianças que receberam FORADIL 24 microgramas, duas vezes ao dia (11/171;
6,4%) ou FORADIL 12 microgramas, duas vezes ao dia (8/171; 4,7%) apresentaram exacerbações
graves da asma quando comparados com placebo (0/176; 0,0%).

Outras reações adversas
As reações adversas estão listadas em ordem decrescente de freqüência, como segue: muito comum (?
1/10); comum (? 1/100 a < 1/10); incomum (? 1/1.000 a < 1/100); rara (? 1/10.000 a < 1/1.000),
muito rara (< 1/10.000), incluindo relatos isolados. Dentro de cada grupo de frequência, as reações
adversas estão listadas em ordem do mais ao menos grave.
Distúrbios do sistema imune
Muito raro: hipersensibilidade (incluindo hipotensão, urticária, edema angioneurótico, prurido,
exantema).
Distúrbios psiquiátricos
Incomum: agitação, ansiedade, nervosismo, insônia.
Distúrbios do sistema nervoso
Comum: dor de cabeça, tremor.
Incomum: tontura.

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Muito raro: disgeusia.
Distúrbios cardíacos
Comum: palpitações.
Incomum: taquicardia.
Muito raro: edema periférico.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastínicos
Incomum: broncoespasmo, incluindo broncoespasmo paradoxal, irritação da garganta.
Distúrbios gastrintestinais
Muito raro: náusea.
Distúrbios musculoesquelético e do tecido conectivo
Incomum: cãibra muscular, mialgia.


Os seguintes eventos pós-comercialização foram relatados em pacientes tratados com FORADIL:
Distúrbios do metabolismo e nutrição: hipopotassemia e hiperglicemia
Investigações: intervalo QT prolongado no eletrocardiograma

Posologia e forma de administração
Para uso inalatório em adultos e em crianças acima de cinco anos de idade.
As cápsulas com pó para inalação de FORADIL devem apenas ser utilizadas com o inalador.
- Asma
Terapia de manutenção regular
Adultos
- Inalação de 1 a 2 cápsulas (12 a 24 microgramas de formoterol), duas vezes ao dia.
A dose máxima de manutenção recomendada de formoterol é 48 microgramas/dia.
Se necessário, 1 a 2 cápsulas, adicionalmente às requeridas para terapia de manutenção, podem ser
usadas por dia para o alívio de sintomas comuns desde que a máxima dose diária recomendada de 48
microgramas/dia não seja excedida. Entretanto, se a necessidade de dose adicional for mais do que
ocasional (ex., em mais de dois dias por semana), nova consulta médica deve ser feita e a terapia
reavaliada, já que isso pode indicar uma deterioração da condição subjacente. FORADIL não deve ser
utilizado para o alívio dos sintomas agudos da crise de asma. No caso de uma crise de asma, um beta2-
agonista de curta duração deve ser utilizado (vide “Precauções e advertências”).
Crianças acima de cinco anos - Inalação de uma cápsula (12 microgramas), duas vezes ao dia.
A dose máxima recomendada de formoterol é 24 microgramas/dia.
FORADIL não deve ser usado para alívio dos sintomas agudos de um ataque de asma. No momento de
um ataque agudo, um beta2-agonita de ação rápida deve ser usado (veja “Precauções e advertências”).
- Profilaxia contra o broncoespasmo induzido por exercício ou antes de exposição inevitável a um
alérgeno conhecido
Adultos
- Uma cápsula (12 microgramas) deve ser inalada, com pelo menos 15 minutos de
antecedência ao exercício ou exposição. Em pacientes com histórico de broncoespasmo grave, a
inalação de 2 cápsulas (24 microgramas) pode ser necessária como profilaxia.
Crianças acima de cinco anos - Uma cápsula (12 microgramas) deve ser inalada, com pelo menos 15
minutos de antecedência ao exercício ou exposição.
- Doença pulmonar obstrutiva crônica
Adultos
- Para terapia de manutenção regular, inalação de 1 a 2 cápsulas (12 a 24 microgramas), duas
vezes ao dia.

O efeito broncodilatador de FORADIL permanece significativo por 12 horas após a inalação. Portanto,
na maioria dos casos, a terapia de manutenção, duas vezes ao dia controlará a broncoconstrição
associada com condições crônicas, tanto de noite como de dia.


Superdose
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• Sintomas - A superdose com FORADIL provavelmente conduzirá aos efeitos típicos de estimulantes
beta2-adrenérgicos, a saber: náusea, vômitos, cefaléia, tremores, sonolência, palpitação, taquicardia,
arritmia ventricular, acidose metabólica, hipopotassemia e hiperglicemia.
• Tratamento - São indicados tratamentos sintomático e de suporte. Em casos graves, os pacientes
devem ser hospitalizados.
Deve ser avaliado o uso de betabloqueador cardioseletivo, mas apenas sob a supervisão de um médico
e com extremo cuidado, já que o uso de medicação bloqueadora beta-adrenérgica pode provocar
broncoespasmo.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Reg. MS - 1.0068.0026
Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira CRF-SP 23.873

Lote, data de fabricação e de validade - Vide cartucho.

Fabricado por: Novartis Pharma Stein AG, Stein, Suíça.
Embalado por: Novartis Pharmaceuticals UK Limited, Horsham, Inglaterra ou Novartis Pharma Stein
AG, Stein, Suíça.
Importado por: Novartis Biociências S.A.
Av. Ibirama, 518 - Complexos 441/3
Taboão da Serra - SP
CNPJ: 56.994.502/0098-62
Indústria Brasileira

® = Marca registrada de Novartis AG, Basiléia, Suíça.


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PRÍNCIPIO
fumarato de formoterol diidratado

FORMATO
cápsula para inalação 12 mcg

CATEGORIA
Medicamento Novo

TIPO
Bula não adequada à RDC 47/09